terça-feira, 1 de maio de 2018

A nova geração do Vôlei de Praia brasileiro

A cada ciclo olímpico o Brasil continua no topo do vôlei de praia mundial

Foto: FIVB

Após os jogos olímpicos Rio 2016 novos rostos começaram a surgir, Evandro que jogava com Pedro Solberg passou a fazer dupla com o jovem André Stein(23 anos), onde colheu bons resultados de maneira muito rápida.

Longe de serem apontados como favoritos no Mundial de Vôlei de Praia em 2017, Evandro e André passaram da fase de grupos sem muitas dificuldades. Nas fases seguintes estavam jogando cada vez melhor até que chegaram a grande final.

Diante de uma arena lotada torcendo para os austríacos Doppler/Horst, os brasileiros venceram por 2 sets a 1 conquistando o título mundial.

Evandro e André ainda foram campeões do circuito mundial em 2017, campeões do circuito brasileiro 2017/2018 e campeões do super praia que aconteceu neste domingo.

Guto e Allison, ambos 24 anos, foram campeões mundiais sub-21 em 2013 e conquistaram a medalha de bronze no mundial sub-23 em 2014. 

Atualmente Guto faz parceria com Vitor Felipe, medalhista de prata no Campeonato Mundial Juvenil em 2009 e 2010, e bronze na edição de 2011.

Eles estão disputando o circuito mundial e conquistando bons resultados.



                                                 Foto:FIVB

No feminino o vôlei de praia brasileiro também é potência, Ana Patrícia (20 anos) e Duda (19 anos) foram campeãs dos jogos olímpicos da juventude em 2014.

Duda é um fenômeno do vôlei de praia, tricampeã mundial sub-19 e bicampeã mundial sub-21. Atualmente ela faz parceria com Aghata, medalhista de prata nos jogos olímpicos do Rio, Duda deverá participar de sua primeira olimpíada em Tóquio 2020 com apenas 21 anos.

Rebecca (25 anos) medalhista de prata no mundial sub-21 em 2012, é a atual parceira de Ana Patrícia. A dupla venceu 2 etapas do circuito brasileiro este ano e vem muito forte para as etapas do circuito mundial 

O circuito brasileiro de vôlei de praia é considerado o mais forte do mundo. Com oportunidade para o surgimento de jovens atletas na categorias sub-19 e sub-21, além do mais alto nível na categoria Open, o Brasil deverá se manter no topo do Vôlei de Praia Mundial por muitos anos.









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